sábado, 15 de junho de 2019
Antes de reclamar, tente realizar
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Perfeição: uma ilusão sedutora
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Errar é humano e estimula o crescimento
quinta-feira, 6 de junho de 2019
INTRODUÇÃO À LITERATURA GÓTICA
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Solidão: autoconhecimento e autonomia
Assim, o estar sozinho é um exercício de construção do nosso autoconhecimento, dando a autonomia e trazendo a paz necessária a razão cotidiana.
Thiago José Fernandes
Imagem de Ioannis Ioannidis por Pixabay
Você sabe o que é o prêmio Camões? Sabe quem foi a primeira mulher a ganhar o prêmio?
sábado, 1 de junho de 2019
Quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Reflexões sobre o viver
terça-feira, 28 de maio de 2019
Consumir ou não consumir?
Cotidianamente, somos bombardeados por anúncios que nos despertam o desejo de possuir sempre mais objetos, mesmo que inúteis, mas temos a sensação da necessidade.
O mundo moderno, ou melhor, a sociedade moderna na pretensao do "ter", criou a demanda para a aquisicao de coisas, de forma inconsciente. Por diversas vezes nem refletimos sobre a real necessidade do bem adquirido e muito menos do objetivo daquilo na minha vida, apenas temos a sensação do querer. Assim, reforçamos o tal do consumismo.
Nesses tempos, o consumir contribui com a ideia de que o ter é necessário para "ser", deixando nossa essência sendo levada por uma coletividade manipulada, manifestando um aspecto social sem essência, sem consciência.
Como diria Drummond: "É duro andar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade".
sábado, 25 de maio de 2019
Compondo o eu
Em meio a tantas coisas e memórias, resolvo fazer uma faxina, buscando organizar coisas, sentimentos, ideias e convicções.
Nessa viagem, cartas, fotografias, objetos invadem o meu ser, numa confusão do abstrato com o concreto, reconectando-me ao meu eu no presente.
Percebo que durante a jornada da vida, tornei um acumulador de sutis lições que a vida apresentou, deixando o seu legado de conhecimento que compõe a minha pessoa no hoje e agora.
Fragmentos das lembranças vão emergindo na tela mental, dando cor aos cenários preto e branco, arrumando aquilo que de algum modo parecia quebrado no universo das minhas recordações.
Hoje, percebo que sou a soma de tudo que vi e vivi no decorrer do tempo, e passado e presente se amalgam numa composição única, que distingue a individualidade do meu ser.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
A Felicidade depende de autoconhecimento
Cotidianamente, deparamo-nos com a incessante busca da Felicidade em nossas vidas, mas poucas vezes refletimos sobre o que é Felicidade.
A falta dessa reflexão nos conduz aos caminhos mais obscuros e intermináveis da nossa jornada, resultando muitas vezes em tristeza e decepção, deixando a sensação de vazio.
Mas afinal o que é Felicidade? Para essa pergunta cada um encontrará uma resposta, pois a Felicidade admite uma ampla gama de significados diante da riqueza da experiência do ser humano.
Assim, devemos voltar nossa atenção para uma análise real de nossa existência, vericando aquilo que se encaixa na sua acepção de Felicidade.
Logo, a Felicidade é aquele estado individual de bem-estar, que acaba atingindo níveis sagrados, aproximando-nos do divino.
terça-feira, 21 de maio de 2019
Silêncio: mente e alma em evolução
O silêncio se torna algo essencial, quando nos conscientizamos da necessidade de cuidar da nossa saúde mental.
Cotidianamente, corremos e corremos, sem os menos prestar atenção aos detalhes, as pequenas coisas que nos circundam.
As sensações se perdem no emaranhado das atribulações e demandas que a vida moderna apresenta ao cidadão, num jogo social e cultural massificante.
Descobrir o prazer do silêncio, não é uma tarefa fácil, eu diria que é um caminho cheio de pedras e espinhos, que muitas vezes coloca em reflexão todos os nossos objetivos, que nossa mente, condicionada pelas convicções adquiridas na construção de "quem sou", os criaram.
Necessitamos, nessa conjectura moderna de vida, resgatar o nosso contato com o silêncio, pois ele abre o caminho da alma, onde podemos deslizar suavemente ao encontro de verdades, sentimentos e direcionamentos.
O silêncio revela o nosso verdadeiro eu que se esconde para além da nossa razão.
Thiago José Fernandes
domingo, 19 de maio de 2019
Além do horizonte: presente, passado e futuro
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terça-feira, 14 de maio de 2019
Não há Nação sem Educação
Notícias ao vento
Política e seus momentos
Uma realidade paradoxal
Um vendaval ideológico
Num varal de cultura e sociedade
Onde a vaidade vã sobresai
Não falaremos de Cultura
De Saúde
Educação, quem é essa?
Nessa profusão de discórdia
Perde-se a Nação e a Educação
Sem a mínima noção
Que não há nação sem Educação
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Minha mãe é uma peça 2: recorde de público
O filme "Minha mãe é uma peça" supera as expectativas de público, tornando-se um dos filmes nacionais mais visto.
Segundo informações de diversos sites, o " Minha mãe é uma peça 2" já atingiu um público de mais de 6 milhões de espectadores.
Na segunda edição do filme, muitas risadas são garantidas, dona Hermínia continua preocupada com os filhos e tenta conciliar com a carreira de apresentadora.
O filme está em exibição nos melhores cinemas e, ainda, ficará mais um mês em cartaz.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Devaneios modernos
Entre praças, bar, avenidas, apartamentos, casas, fazendas e sítios, encontram-se nossos devaneios do mundo moderno. Não adianta acender um cigarro, tomar uma cerveja, necessitamos bem mais que isso, precisamos de tudo no plural, talvez assim consigamos transcender o tédio que nos invade em certos momentos.
Pessoas sobem, pessoas descem, o fluxo continua, e poucos são os que se abrem ao prazer da vida, da humanidade. Às vezes, sinto que vivemos tempos sombrios, dominados pela tecnologia e por uma cultura de massa que não nos deixa sermos humanos.
Olha o grupinho ali, apenas se conectam via internet, esquecem das companhias um do outro, isolam-se nos pequenos aparelhos coloridos que lhe prometem trazer o mundo, mas não os levam a realidade dele. Certamente, a dualidade invade o copo de cerveja e deixa ser o que for.
O cotidiano vira um refúgio não partidário, sem ideologia, com brigas vazias, discursos polidos sem intenções transformadoras.
Papai, quero um colírio alucinógeno!
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Será que compreendo mal o mundo?
domingo, 8 de janeiro de 2017
Envelhecer é uma arte
Não quero mais cronometrar o tempo, não quero mais ganhar calendários, quero viver ao sabor do momento.
Depois de uma certa idade, passamos a olhar vida com mais qualidade e menos quantidade, e vamos nos tornando raros, pois a maioria vive sob a pressão midiática e frenética.
Enquanto tiro pé, vou guardando as palavras de amor, de amizade, de carinho como segredos, como jóias raras. Os momentos possuem um encanto filtrado pela experiência, e descobrimos que a felicidade e o requinte estão nas coisas simples da vida.
Envelhecer é como uma arte, onde somos, ao mesmo tempo, artista e apreciador. Precisamos trabalhar a beleza desse período, assim como nos deliciarmos com a apreciação da obra da vida. Envelheça, amadureça, seja uma obra de arte única para você!
sábado, 7 de janeiro de 2017
Terapia no boteco
Um bar, um freezer, aquele aparelho do som da Gradiente, um balcão velho e aquela mesa já desbotada daquela marca de cerveja que adoramos. Num canto, numa dessas raridades de mesa, cervejas, no plural, e amigos, coloco-me a prosear sobre as frivolidades do cotidiano. Descubro, nesse instante, que há momentos que a futilidade, quando envolta numa dose substancial de álcool, faz bem a vida, é quase uma terapia!
O papo rola solto, o que por si só já daria o nome de um bom bar: rola papo. É um momento íntimo e ao mesmo tempo coletivo, consigo viajar nas profundezas da minha individualidade, mas sem deixar de dar uma mergulhada nas peculiaridades do coletivo, principalmente, nos seus aspectos meramente profanos e sem sentido.
Aquela mesa com a cerveja tem poderes estranhos, consegue tirar muitas coisas das nossas caixolas...A criatividade floresce numa proporção mágica.
O álcool se torna, momentaneamente, um embelezador de pessoas, locais e momentos...
Trocamos de assunto na mesma proporção que devoramos a cerveja, e tudo guarda sua dose de coerência alcoólica.
Na mesa do bar, os problemas ficam leve! Agora, só não deixe o celular na mesa!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Cadê a nutrição da alma humana?
Como diria Renato Russo, agimos certo sem querer, foi só o tempo que errou. Tentamos, vivenciamos, buscamos, exercitamos, mas o tempo não se encaixou. Agora, vivemos em busca de um amanhã, e sem saber para aonde caminha essa humanidade.
Os sentimentos nobres desapareceram das relações humanas assim como a água se escorre para o ralo, e assistimos a tudo em câmera lenta, numa luta entre o ser e o ter, que esvaziou o pouco de humanidade que havia na coletividade.
Noticiários para quê? São tantas barbáries...Época saudosista da minha infância, onde tudo era colorido e a Xuxa dizia que nós seríamos o amanhã!
Pois bem amiguinha Xuxa, o amanhã se tornou presente, a noite se fez dia, e a escuridão permaneceu, parece que o sol esqueceu de iluminar, de nascer, de trazer o sentimento a vida.
Vejo um grande teatro de fantoches, digno das melhores companhias teatrais, sendo manipulado por interesses que degustam o ter, com uma sagacidade, esquecendo o ser, pois este talvez exija que o mastigue 33 vezes, sendo seu processo de digestão mais lento, porém mais nutritivo.
E aí, pergunto até quando viveremos ser esse sabor nutritivo do ser?
