Em meio a tantas coisas e memórias, resolvo fazer uma faxina, buscando organizar coisas, sentimentos, ideias e convicções.
Nessa viagem, cartas, fotografias, objetos invadem o meu ser, numa confusão do abstrato com o concreto, reconectando-me ao meu eu no presente.
Percebo que durante a jornada da vida, tornei um acumulador de sutis lições que a vida apresentou, deixando o seu legado de conhecimento que compõe a minha pessoa no hoje e agora.
Fragmentos das lembranças vão emergindo na tela mental, dando cor aos cenários preto e branco, arrumando aquilo que de algum modo parecia quebrado no universo das minhas recordações.
Hoje, percebo que sou a soma de tudo que vi e vivi no decorrer do tempo, e passado e presente se amalgam numa composição única, que distingue a individualidade do meu ser.
sábado, 25 de maio de 2019
Compondo o eu
quinta-feira, 23 de maio de 2019
A Felicidade depende de autoconhecimento
Cotidianamente, deparamo-nos com a incessante busca da Felicidade em nossas vidas, mas poucas vezes refletimos sobre o que é Felicidade.
A falta dessa reflexão nos conduz aos caminhos mais obscuros e intermináveis da nossa jornada, resultando muitas vezes em tristeza e decepção, deixando a sensação de vazio.
Mas afinal o que é Felicidade? Para essa pergunta cada um encontrará uma resposta, pois a Felicidade admite uma ampla gama de significados diante da riqueza da experiência do ser humano.
Assim, devemos voltar nossa atenção para uma análise real de nossa existência, vericando aquilo que se encaixa na sua acepção de Felicidade.
Logo, a Felicidade é aquele estado individual de bem-estar, que acaba atingindo níveis sagrados, aproximando-nos do divino.
terça-feira, 21 de maio de 2019
Silêncio: mente e alma em evolução
O silêncio se torna algo essencial, quando nos conscientizamos da necessidade de cuidar da nossa saúde mental.
Cotidianamente, corremos e corremos, sem os menos prestar atenção aos detalhes, as pequenas coisas que nos circundam.
As sensações se perdem no emaranhado das atribulações e demandas que a vida moderna apresenta ao cidadão, num jogo social e cultural massificante.
Descobrir o prazer do silêncio, não é uma tarefa fácil, eu diria que é um caminho cheio de pedras e espinhos, que muitas vezes coloca em reflexão todos os nossos objetivos, que nossa mente, condicionada pelas convicções adquiridas na construção de "quem sou", os criaram.
Necessitamos, nessa conjectura moderna de vida, resgatar o nosso contato com o silêncio, pois ele abre o caminho da alma, onde podemos deslizar suavemente ao encontro de verdades, sentimentos e direcionamentos.
O silêncio revela o nosso verdadeiro eu que se esconde para além da nossa razão.
Thiago José Fernandes
domingo, 19 de maio de 2019
Além do horizonte: presente, passado e futuro
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terça-feira, 14 de maio de 2019
Não há Nação sem Educação
Notícias ao vento
Política e seus momentos
Uma realidade paradoxal
Um vendaval ideológico
Num varal de cultura e sociedade
Onde a vaidade vã sobresai
Não falaremos de Cultura
De Saúde
Educação, quem é essa?
Nessa profusão de discórdia
Perde-se a Nação e a Educação
Sem a mínima noção
Que não há nação sem Educação
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Minha mãe é uma peça 2: recorde de público
O filme "Minha mãe é uma peça" supera as expectativas de público, tornando-se um dos filmes nacionais mais visto.
Segundo informações de diversos sites, o " Minha mãe é uma peça 2" já atingiu um público de mais de 6 milhões de espectadores.
Na segunda edição do filme, muitas risadas são garantidas, dona Hermínia continua preocupada com os filhos e tenta conciliar com a carreira de apresentadora.
O filme está em exibição nos melhores cinemas e, ainda, ficará mais um mês em cartaz.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Devaneios modernos
Entre praças, bar, avenidas, apartamentos, casas, fazendas e sítios, encontram-se nossos devaneios do mundo moderno. Não adianta acender um cigarro, tomar uma cerveja, necessitamos bem mais que isso, precisamos de tudo no plural, talvez assim consigamos transcender o tédio que nos invade em certos momentos.
Pessoas sobem, pessoas descem, o fluxo continua, e poucos são os que se abrem ao prazer da vida, da humanidade. Às vezes, sinto que vivemos tempos sombrios, dominados pela tecnologia e por uma cultura de massa que não nos deixa sermos humanos.
Olha o grupinho ali, apenas se conectam via internet, esquecem das companhias um do outro, isolam-se nos pequenos aparelhos coloridos que lhe prometem trazer o mundo, mas não os levam a realidade dele. Certamente, a dualidade invade o copo de cerveja e deixa ser o que for.
O cotidiano vira um refúgio não partidário, sem ideologia, com brigas vazias, discursos polidos sem intenções transformadoras.
Papai, quero um colírio alucinógeno!