quinta-feira, 23 de maio de 2019

A Felicidade depende de autoconhecimento

Cotidianamente, deparamo-nos com a incessante busca da Felicidade em nossas vidas, mas poucas vezes refletimos sobre o que é Felicidade.
A falta dessa reflexão nos conduz aos caminhos mais obscuros e intermináveis da nossa jornada, resultando muitas vezes em tristeza e decepção, deixando a sensação de vazio.
Mas afinal o que é  Felicidade? Para essa pergunta cada um encontrará uma resposta, pois a Felicidade admite uma ampla gama de significados diante da riqueza da experiência do ser humano.
Assim, devemos voltar nossa atenção para uma análise real de nossa existência, vericando aquilo que se encaixa na sua acepção de Felicidade.
Logo, a Felicidade é aquele estado individual de bem-estar, que acaba atingindo níveis sagrados, aproximando-nos do divino.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Silêncio: mente e alma em evolução

O silêncio se torna algo essencial, quando nos conscientizamos da necessidade de cuidar da nossa saúde mental.
Cotidianamente, corremos e corremos, sem os menos prestar atenção aos detalhes, as pequenas coisas que nos circundam.
As sensações se perdem no emaranhado das atribulações e demandas que a vida moderna apresenta ao cidadão, num jogo social e cultural massificante.
Descobrir o prazer do silêncio, não é uma tarefa fácil, eu diria que é um caminho cheio de pedras e espinhos, que muitas vezes coloca em reflexão todos os nossos objetivos, que nossa mente, condicionada pelas convicções adquiridas na construção de "quem sou", os criaram.
Necessitamos, nessa conjectura moderna de vida, resgatar o nosso contato com o silêncio, pois ele abre o caminho da alma, onde podemos deslizar suavemente ao encontro de verdades, sentimentos e direcionamentos.
O silêncio revela o nosso verdadeiro eu que se esconde para além da nossa razão.

Thiago José Fernandes

domingo, 19 de maio de 2019

Além do horizonte: presente, passado e futuro



É manhã no pais do carnaval, onde começo minha leitura matinal buscando manter-me informado. Reflexões, ideias, pensamentos vem à mente, então resolvo tomar um café e acender um cigarro, para tentar organizar o turbilhão de sensações que passam a mente, com o objetivo de me situar no contexto. Aliás, situar-se no contexto é o que anda mais difícil neste momento!
Como num passe de mágica, frases e bordões emergem no pensamento, tais como: “o gigante voltou”; “50 anos em 5”; “varre, varre, vassourinha”; “cada mergulho é um flash”; “ ordem e progresso”, “Jamanta não morreu”...
De repente, embora não queira, enxergo que minha amada nação se encontra em crise, trazendo em seu bojo todas as modalidades possíveis para sua concepção semântica que nossa expressão linguística permite.
Se me permitem, vamos parafrasear: Alô, alô, marciano...A crise “tá” virando zona! Cada um por si, todo mundo na lona.
Neste momento, o “eu” se sobrepõe ao “nós”, não respeitando na sintaxe da sociedade a função sintática do pronome, provocando um enunciado ambíguo e incoerente. Nem mesmo a liberdade poética, permite compreender o verso ora escrito nesse país de “verdes matas”.
A nação do futuro, carece de analisar o passado e problematizar e conscientizar o presente, na perspectiva de que a paisagem após a linha do horizonte, seja de frescor e conforto a alma coletiva.

Thiago José Fernandes

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terça-feira, 14 de maio de 2019

Não há Nação sem Educação

Notícias ao vento
Política e seus momentos
Uma realidade paradoxal

Um vendaval ideológico
Num varal de cultura e sociedade
Onde a vaidade vã sobresai

Não falaremos de Cultura
De Saúde
Educação, quem é essa?

Nessa profusão de discórdia
Perde-se a Nação e a Educação
Sem a mínima noção
Que não há nação sem Educação

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Minha mãe é uma peça 2: recorde de público


O filme "Minha mãe é uma peça" supera as expectativas de público, tornando-se um dos filmes nacionais mais visto.
Segundo informações de diversos sites, o " Minha mãe é uma peça 2" já atingiu um público de mais de 6 milhões de espectadores.
Na segunda edição do filme, muitas risadas são garantidas, dona Hermínia continua preocupada com os filhos e tenta conciliar com a carreira de apresentadora.
O filme está em exibição nos melhores cinemas e, ainda, ficará mais um mês em cartaz.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Devaneios modernos

Entre praças, bar, avenidas, apartamentos, casas, fazendas e sítios, encontram-se nossos devaneios do mundo moderno. Não adianta acender um cigarro, tomar uma cerveja, necessitamos bem mais que isso, precisamos de tudo no plural, talvez assim consigamos transcender o tédio que nos invade em certos momentos.
Pessoas sobem, pessoas descem, o fluxo continua, e poucos são os que se abrem ao prazer da vida, da humanidade. Às vezes, sinto que vivemos tempos sombrios, dominados pela tecnologia e por uma cultura de massa que não nos deixa sermos humanos.
Olha o grupinho ali, apenas se conectam via internet, esquecem das companhias um do outro, isolam-se nos pequenos aparelhos coloridos que lhe prometem trazer o mundo, mas não os levam a realidade dele. Certamente, a dualidade invade o copo de cerveja e deixa ser o que for.
O cotidiano vira um refúgio não partidário, sem ideologia, com brigas vazias, discursos polidos sem intenções transformadoras.
Papai, quero um colírio alucinógeno!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Será que compreendo mal o mundo?

A cada dia me surpreendo com a humanidade, com sua capacidade de viver de aparências e futilidades.  No entanto, no decorrer desse caminho, fico a pensar o quanto é preciso ter fé para continuar a caminhar.
Dizem que as decepções e desilusões são instrumentos divinos para nos ensinar e nos guiar nessa lidas da vida. Mas até quando precisamos nos deparar com esse esvaziamento de humanidade, com essa inflar do ego vazio, de mentes fúteis?
Busco pela resposta a indagação realizada, mas confesso ficar mais frustrado, Estou naquele momento da existência em que palavras para definirem a desilusão com tudo isso já não se mostram suficiente, elas parecem não se encaixarem na frase, na oração, não encontram função sintática para tal. Logo, prefiro sentir, não dizer, e observar o curso da vida.
Sabe, às vezes prefiro encher a cara de álcool, para depois analisar e falar dos inúteis que se acham super, super.

 Recuso a acreditar na ideia de que eu esteja compreendendo mal o mundo, por isso decepciono-me.