sexta-feira, 13 de junho de 2014

FESTIVAL DE PAULÍNIA : INSCRIÇÕES ABERTAS

Chegando a 6°edição. o Festival de Cinema de Paulínia encontra-se com as inscrições abertas até o dia 25 de junho. O Paulínia Film Festival acontecerá entre os dias 22 e 27 de julho na cidade de Paulínia, interior de São Paulo. Segundo o site do Ministério da Cultura, serão escolhidos oito curtas com até 15 minutos de duração, e oito longas. Para ser inscrito, é necessário que o filme possa ser exibido em DCP durante o período do evento. Ainda de acordo com o referido site, após a leitura atenta do regulamento, o responsável pela inscrição deve preencher a ficha disponível no site do festival e enviar, por e-mail ou via postal, a sinopse da obra, a biografia do diretor e fotos do filme, e, exclusivamente por via postal (Sedex normal ou Sedex 10), uma cópia do filme em DVD. A organização do festival garante passagens e hospedagens de cinco integrantes da equipe das produções em competição. Fonte: http://www.brasil.gov.br/cultura/2014/06/festival-de-cinema-de-paulinia-recebe-inscricoes

CONHECENDO UM POUCO SOBRE MÁRIO DE ANDRADE

O escritor Mário de Andrade nasceu em São Paulo, local este que amou de forma intensa e que figurou em diversas obras do autor. Estudou música no Conservatório Musical de São Paulo e cedo iniciou sua carreira como crítico de arte, em jornais e revistas. Mario de Andrade escreveu tanto em verso como em prosa. Na sua obra poética, encontramos textos que vão da poesia intimista a poesia social. Já na prosa, explorou a complexidade psicológica do ser humano assim como as questões sociais. Mario de Andrade foi professor da Universidade do Distrito Federal (Rio de Janeiro) e ocupo outras atividades públicas ligadas à Cultura. Nesse entrecho, podemos destacar uma outra característica dele que era seu profundo conhecimento do folclore nacional. Segundo alguns estudiosos de Literatura, Paulicéia Desvairada é sua primeira obra de poemas genuinamente modernistas. Em nossa opinião, Macunaíma é a sua obra-prima e talvez a principal obra da primeira fase do modernismo brasileiro. Em suma, o livro reúne o melor do autor como folclorista, poeta e prosador, sem considerar que traz em seu âmago todo o estrutural e ideológico da referida fase do modernismo.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

PATO FU ANUNCIA NOVO ALBUM

O ano de 2014 guarda mais surpresas no cenário musical, além da volta do Ira e do novo cd dos Titãs, o grupo Pato Fu anunciou que iniciou a gravação de um novo álbum, o primeiro de inéditas depois do Daqui Pro Futuro, de 2007. Segundo informações do site oficial da banda, o CD provavelmente sairá em 204, mas a turnê acontecerá somente em 2015. Bom, se você é fã como eu, já deve estar ansioso, porém o que nos cabe é aguardar! Para acessar o post oficial do Pato Fu, acessem: http://www.patofu.com.br/2014/05/22/recplay/

VALE CULTURA

É um cartão magnético no valor de R$ 50,00 que permite o acesso a cultura.O cartão beneficiário poderá ser oferecido por companhias empresariais que tenham funcionarios regidos pela CLT, e também exige que a empresa tenha realizado a adesão ao Programa Cultura do Trabalhador junto ao Ministério da Cultura.

quarta-feira, 11 de junho de 2014




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domingo, 8 de março de 2009

A morfologia e sua autonomia

De acordo com o dicionário Aurélio (2000), a palavra morfologia define-se como a descrição da forma e, ainda, num segundo verbete, como a descrição da forma da palavra. Isso posto, o vocábulo pode ser definido como a forma e estrutura de um objeto ou os arranjos e inter-relacionamentos entre as partes de um objeto, no caso a palavra; uma vez que estamos definindo morfologia lingüística.
Em linguística, no nível de análise morfológica encontramos duas unidades formais: a palavra e o morfema. Uma das questões centrais no estudo da morfologia é decidir se a abordagem será pela perspectiva do morfema ou se a partir da palavra, da formação e da classificação das palavras. A peculiaridade da morfologia é estudar as palavras olhando para elas isoladamente e não dentro da sua participação na frase ou período.A Gramática Tradicional fez opção clara pela abordagem a partir da perspectiva da palavra, tanto que a morfologia tradicional é centrada no estudo das classes de palavras. Alguns lingüistas sugerem que a abordagem a partir dos morfemas é mais sensata, dadas as dificuldades encontradas para delimitar o conceito de palavra.
Dessa forma, recaímos na definição tradicional de morfologia, ou seja, o estudo da composição da palavra. Porém essa definição ou conceituação da palavra é complicada, pois é fato que os falantes têm uma intuição clara do que sejam palavras e conseguem identificá-las facilmente nas situações em que se exige a segmentação do discurso palavra a palavra, como ocorre, por exemplo, no discurso escrito. Mas quando nos debruçamos sobre o estudo da palavra, encontramos sérias dificuldades para estabelecer uma definição universal, válida para todas as ocorrências.
Para Horácio Rolim de Freitas (2007, p.9), os fatos gramaticais devem ser descritos de acordo com a função dos elementos que compõem a estrutura de um sistema num determinado estado de língua. Isso posto, a definição de morfologia pode se efetivar por meio de um viés diacrônico ou sincrônico. Porém, ao fazer uma abordagem diacrônica para entender um fato atual, principalmente em morfologia, esbarraremos na sincronia. Freitas (2007,,p.9) ainda expõe que ao se fazer uma interpretação sincrônica, encontraremos no meio da caminho o aspecto dinâmico da língua.
Para entendermos a morfologia, precisamos considerar os aspectos dinâmicos da Língua que certamente conferem a morfologia uma autonomia, pois esta é uma estrutura que se governa por si mesma. Mattoso Câmara ainda destaca que os vocábulos têm um valor imanente, decorrente da circunstância de que associamos as outras formas presentes no sistema lingüístico, logo um valor morfológico, isto é, a morfologia tem sua autonomia. Em suma, podemos dizer que a autonomia da morfologia reside nas suas particularidades e regras que independem da sintaxe.

( Thiago José Fernandes)




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MEDITAÇÃO

Por que não eu ?
Vai saber...
Na varanda, vejo um vilarejo
Deito no chão, enfim descanso
Será que aqui a razão tem lugar?
Por que não eu?
O vento sopra meu corpo
A Lua ilumina minha alma
O tempo atravessa a noite
Por que não eu?
Talvez eu espero do mundo
E o mundo espera de mim ou de nós
Será que é o tempo que não nos deixa perceber
Por que não eu?
Espero por proteção divina,
Mas acho que o tempo está contra mim
Ops! Bombas, bombas e bombas...
As baratas pensam que são rainhas!
Por que não elas?
A vida é rara e excêntrica...

( Thiago José Fernandes)